quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Como evitar que o gato demarque o território



Por Fabio Rinaldi


Os gatos, como diversos outros animais, podem urinar e defecar para fazer demarcação do território e, assim, atrair parceiros sexuais, afastar competidores e reconhecer mais facilmente objetos e áreas novas. Essa prática, funcional para os gatos em determinadas circunstâncias, costuma produzir cheiro bastante desagradável para os humanos. Mas, felizmente, é possível evitar a demarcação adotando algumas técnicas.

Reconhecimento da demarcação
Ao contrário do que faz quando deseja simplesmente se aliviar, o gato não enterra as fezes e a urina ao demarcar. Para propagar melhor a sua sinalização, ele lança a urina de modo a espalhar bem o odor. Posiciona-se de costas para o alvo e lança um jato direcionado para trás - de um jeito que parece sair do ânus - atingindo facilmente as superfícies, tanto horizontais como verticais. A demarcação com fezes também ocorre, embora seja mais rara. O gato defeca sobre o local no qual deseja deixar a marca dele.

Efeito da castração
Pesquisas demonstram que cerca de 90% dos problemas de demarcação podem ser solucionados com a simples castração. Depois dela, diminui significativamente a concentração de hormônios sexuais no gato e as conseqüentes demarcações para atrair o sexo oposto e para afastar indivíduos do mesmo sexo.

Controle do território
Os gatos são obcecados pelo controle do território. Precisam conhecer cada pedacinho do espaço que lhes pertence. Por isso, quando o ambiente onde vivem é modificado, costumam ficar ansiosos. Sentem necessidade de analisar cuidadosamente o que possa significar perigo para eles - objetos, pessoas, animais e espaços desconhecidos.
Tudo o que é novidade, depois de demarcado, se torna mais facilmente reconhecível em futuras aproximações. Por isso, é comum gatos urinarem em bolsas e malas de visitas, em cortinas e sofás novos, etc.

Introdução de objetos dentro de casa, ou seja, no território do gato
Você pode ajudar a tornar menos assustadores para o felino os objetos recém-introduzidos na casa e, desse modo, evitar despertar nele o desejo de demarcá-los. Por exemplo, ao chegar um sofá novo, transfira para ele alguns cheiros conhecidos. Esfregue no móvel as suas mãos ou outra parte do corpo. Atraia o gato até a novidade - se precisar de ajuda, recorra a petiscos ou catnip, a erva do gato - e faça-o ter contato com o objeto de modo que o odor dele também fique impregnado ali.

A importância da boa sociabilização
Para tornar o gato mais confiante cada vez que estiver diante de uma nova situação, procure acostumá-lo desde filhote a ter contato com diversas pessoas, locais e objetos. Gatos pouco sociabilizados podem achar necessário demarcar sofás, janelas, revistas, etc., sempre que uma visita humana "invadir" o território deles.
Quando bem sociabilizado, o gato tende a aceitar com mais tranqüilidade as mudanças e novidades que ocorrem no hábitat. Ou seja, tem menos necessidade de fazer demarcação cada vez que passa por uma situação nova.

Cuidado com a presença de outros gatos
O gato pode sentir que o território dele está ameaçado ao perceber nos arredores a presença de outro gato. A visita de um exemplar vindo da rua é capaz de fazer o gato da casa se desesperar e urinar por toda parte. Ver um outro gato pela janela- às vezes basta para ativar a demarcação. Mas olhar pelas janelas costuma ser um bom entretenimento para o felino -- o bloqueio dessa possibilidade só deve ser adotado em último caso.

Como lidar com novos territórios
Estar num local desconhecido pode ser bastante assustador para o gato. Por isso, introduza-o aos poucos num novo espaço. Inicialmente, mantenha-o em cômodo pequeno, com água, comida e caixa sanitária, e vá "apresentando" gradativamente cada nova área. Ele estará pronto para iniciar uma nova inspeção quando demonstrar estar bem ambientado ao que já viu, ou seja, quando estiver comendo, descansando, urinando e defecando normalmente.

Hábitos antigos
Alguns gatos adquirem o hábito de demarcar periodicamente determinados objetos ou locais. Nesse caso, podemos dificultar o acesso aos alvos ou tentar torná-los desagradáveis para o gato. Fita adesiva de dupla face colada sobre uma superfície na qual o gato se apóia pode ser o suficiente para fazê-lo perder o interesse pelo local. Outra técnica é revestir com plástico um objeto habitualmente demarcado. Se a urina, ao ser espirrada, bater no plástico e respingar no gato, ele provavelmente ficará incomodado a ponto de abandonar o hábito.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

TOXOPLASMOSE: o risco está no “prato” ou no gato?



COPIE O TEXTO ABAIXO E LEVE PARA SEU MÉDICO

SE ELE A ACONSELHOU A “LIVRAR-SE” DE SEU GATO.

...E SEJA FELIZ COM SEU ANIMAL E COM SEU BEBÊ!

Por Drª Claudia Vanessa B. Rodrigues - Médica Veterinária



A toxoplasmose é uma zoonose que tem diversas fontes de infecção.
Ao contrário do que muitos pensam, as fezes frescas de gatos não são fontes de infecções.

Os gatos infectam-se pela ingestão de presas contaminadas, água contaminada e ingestão de carne crua ou mal cozida. Eles têm o papel central na infecção por serem o único animal de sangue quente que elimina nas fezes os oocistos do parasita que pode vir a contaminar pessoas e outros animais.

Esses oocistos precisam ficar em média três dias no ambiente para que se tornem infectantes.

Assim sendo, fezes frescas de gato, não apresentam risco de infecção.

Como os gatos são animais extremamente limpos e durante a infecção raramente apresentam diarréia, diminui o risco de ficarem resíduos fecais na sua pelagem, sendo assim, a possibilidade de transmissão para o homem pelo ato de tocar ou acariciar um gato é mínima ou inexistente.

Mordidas e arranhões também são improváveis meios de transmissão.

Outro fato importante é que gatos que entram em contato com o protozoário pela primeira vez, eliminam os oocistos nas fezes por uma a duas semanas e então desenvolvem imunidade que pode durar até seis anos.

Durante esse período, mesmo sendo novamente expostos à infecção, não eliminarão os oocistos nas fezes, ficando impossível a transmissão para o homem e demais animais.

Diversos estudos têm demonstrado que possuir um gato como animal de estimação, ter contato com os gatos perto de casa ou trabalhar com gatos num hospital veterinário não aumentam as chances de contrair toxoplasmose.

Evitar contato com o gato não significa evitar a infecção.

A principal fonte de infecção para o homem é o consumo e contato com carnes cruas e mal cozidas contendo oocistos do parasita.

Entre carnes consumidas, a suína é considerada a maior fonte de infecção, pois o parasita pode sobreviver no animal por mais de um ano.

O homem também pode ser infectado por via transplacentária e água contaminada com os oocistos.

Assim, a melhor forma de evitar a toxoplasmose é:


- não ingerir carne crua ou mal cozida;

- não alimentar o gato com carne crua ou mal cozida... é melhor alimentá-lo com rações industrializadas:

- lavar bem as mãos e utensílios de cozinha com água morna após a manipulação de carne crua;

- usar luvas para mexer na terra de vasos e jardins;

- evitar a manipulação de carne crua... se não for possível, usar luvas;

- lavar bem frutas e verduras;

- trocar a caixa de areia dos gatos diariamente;

- manter sempre os gatos dentro de casa para evitar o hábito de caça.

O Gato Siamês


Por Fabio Rinaldi

Um nobre e elegante gato
O siamês é por muitos chamado de "o príncipe dos gatos", título conquistado por sua elegância de corpo e, também, pela graça de seus movimentos. Entre os gatos de pedigree, é o mais conhecido. Assemelha-se a uma estátua do Antigo Egito, possui um olhar enigmático e profundo; é um exótico bichano. Sua popularidade é tão grande que é considerada a segunda raça com maior número de nascimentos ao ano, só tendo à sua frente o Persa.

Sua personalidade é incomum. Algumas características, como o miado, diferenciam-nos dos demais felinos. Além disso, são muito ligados aos seus donos, de quem, em alguns casos, chegam a ter ciúmes. Especialistas comparam seu comportamento ao dos cães, pois se afeiçoam mais aos donos do que à casa propriamente. O que não é comum, de uma maneira geral, entre os gatos.

Imponente, o Siamês chama a atenção pelo físico esbelto e pela cor dos olhos. Com reações imprevisíveis em alguns momentos, seu humor muda de acordo com os acontecimentos. Pode-se dizer que é um pet temperamental, mas, sem dúvida, muito carinhoso.


Cuidados
A fêmea requer cuidados especiais no cio. Os sintomas são bastante fortes e podem ser notados por todos, pode rolar pelo chão, gemendo, ou correr pela casa, rasgando e arranhando tudo o que encontrar pela frente.

É importante que ela tenha um companheiro o mais rápido possível. Um mês depois do acasalamento, suas tetas começam a inchar e os filhotes podem ser sentidos em seu ventre. Eles nascem brancos e vão mudando de cor à medida que crescem.

O siamês oficial tem o corpo bem longilíneo, orelhas grandes e cabeça triangular; é gato de criadores, de exposições e de pessoas que admiram sua estrutura charmosa. Já o extra-oficial é mais rechonchudo, tem orelhas pequenas e cabeça redonda. Ter um siamês em casa é sempre uma festa, pois ele é atleta, brinca, corre, salta e faz acrobacias fantásticas.

Origem e História
Foi na Tailândia, antigo Sião, que os ocidentais viram esses gatos pela primeira vez, os quais ficavam cuidadosamente protegidos no palácio real de Bangkok. Foram levados para a Inglaterra em 1884 e se espalharam para outras partes do mundo, chegando aos EUA na década seguinte. Nessa época, os Siameses não eram tão elegantes como os atuais.

Com o crescimento de sua popularidade, muitas pesquisas foram realizadas na Tailândia e no resto da Indochina, mas não foi possível identificar de que felino descende o Siamês , no entanto, a origem asiática foi comprovada.

Medicamentos que NUNCA devem ser dados aos gatos



Por Fabio Rinaldi

* Acetominofen (Tylenol):
Apenas 1 comprimido já pode ser fatal para um gato adulto. Causa anemia hemolítica, formação de metahemoglobina (não transporta oxigenio), cianose, icterícia, edema de face, Taquipnéia, necrose hepática.

* Benzocaina (Andolba)
Anestésico local em forma de spray ou pomada. Estimula o SNC, causa tremores, convulsões e por ultimo parada respiratória.

* Hidrocarbonetos clorados (como lindane, clordane)
Presente em alguns produtos de combate à pulgas e outros parasitas. A reação pode ser imediata ou levar dias para ocorrer. Começa com uma resposta exagerada aos estimulo, tremores, progressão para tremores cada vez mais fortes até um estado convulsivo, febre.

* Hexaclorofeno (agente germicida, encontrado em xampus, desinfetantes e sabonetes, como o Phisiohex)
É rapidamente absorvido através da pele e trato intestinal. Causa em gatos fadiga, fraqueza, incoordenação dos membros posteriores, febre, ausência de urina, paralisia flácida completa.

* Carbaril (Carbamato = usado em remédios contra pulgas como Talco Bulldog)
NUNCA, principalmente como coleira, que expõe o gato constantemente. Causa lesão no SNC e morte por parada respiratória.
Outros produtos, anti-pulgas, carrapatos e sarna, proibidos para gatos:
Sabão Bulldog; Sabão Bulldog Plus; Sabão Bulldog Sarnicida; Sabonete Antipulgas para cães Tratto; Sabonte Parasiticida Asuntol; Sabonete Banzé; Sparay Bulldog Antipulgas e Carrapatos; Spray Tratto; Talco Antipulgas Bolfo; Talco Banzé; Talco Bulldog Contra Pulgas; Talco Tratto.

* Azul de Metileno:
Usado em medicamentos para tratar infecções urinárias (deixa o xixi azul).

* Aspirina (AAS, Melhoral):
Primeiro estimula e depois causa depressão respiratória, ulceração gástrica, diminuição da agregação plaquetária, hipoplasia da medula óssea.
Nos sinais se tem inicialmente: taquipnéia e depois depressão respiratória, febre, anorexia, vomitos, gastrite hemorrágica, lesões renais, hemorragias, urina com sangue por nefrite hemorrágica.
No ser humano, 1 comprimido de aspirina leva de 3 a 4 horas para ser eliminado do organismo, por isso é tomado 1 comprimido a cada 4 horas.
Nos felinos, 1 comprimido de aspirina leva 72 horas para ser eliminado, ou seja, dura 3 dias. Isso faz com que seja extremamente fácil causar uma overdose.

* Sulfonamidas (Sulfas)

Podem ocorrer: salivação excessiva, vomitos, diarréia, excitação, fraqueza muscular, descoordenação motora, dificuldade respiratória, estiramento dos membros, estado semelhante à anestesia, problemas renais, depressão da medula óssea, entre outras.

* Sulfoetoxipiridazina (Bactrin)

Medicamentos que podem ser usados em alguns gatos com restrições e só com acompanhamento veterinário

* Cloranfenicol
Causa Aplasia de medula óssea, por não conseguir ser metabolizado e eliminado. Sinais: animal fica cinza, abdomen duro, convulsão, fezes brancas.

* Lidocaína
Anestésico local (Xilocaína) Pode causar contração muscular, hipotensão, nauseas e vômitos.

* Anti-inflamatórios não esteróides
Podem causar úlceras.

* Tetraciclina
Pode causar febre, diarréia, depressão

* Morfina
Risco de superdosagem por acúmulo. Causa depressão
do SNC, convulsões. Deve ser usada com cautela. A dose máxima é
de 0,1mg/Kg por via intravenosa. Para uso pós-operatório.

* Fenobarbital, Pentobarbital Sódico e Tiopental Sódico (barbitúricos usados como anestesico)
Causam depressão respiratória e parada cardíaca. Usar com muito cuidado e monitoração. O tempo de duração do efeito é muio maior que em outras espécies.

* Diazepan, Valium e Dienpax (tranquilizantes Benzodiazepínicos)
Via intravenosa pode dar depressão respiratória. Usar com muita cautela.

* Clorpromazina (Amplictil)
Em altas doses (pré-anestésico comumente usado em cães)- tremores de extremidade e cabeça, letargia, calafrios, rigidez, relaxamento do esfíncter anal. Acúmulo. Só usar em último caso, dar preferência a outro pré-anestésico, como Acepran+sulfato de atropina.

(From Norsworthy, 1993)

Por quê não um segundo gato?



Por Fabio Rinaldi

Freqüentemente recebemos consultas de amigos e admiradores de felinos que ficam na dúvida quanto à decisão de adotar um segundo gato em casa - temerosos de que seu gato único se ressinta e possa até vir a adoecer pela presença de um novo animal em seu reduto doméstico.
Felizmente, nossa experiência vem demonstrando que esses casos de adoção costumam ter bom resultado de aceitação, desde que sejam tomados alguns cuidados , em termos comportamentais.

Em princípio, numa casa onde já resida um felino, é mais fácil a convivência com um filhote do que com um gato adulto.
Por medida de precaução, é interessante cortar as unhas das patas da frente de ambos, para evitar incidentes... Mas é também bastante comum uma boa convivência entre novos amigos adultos.

Em qualquer caso, é importante que você dê sempre mais atenção ao gato mais antigo da casa, quando ambos estiverem juntos, para que este não tenha nenhuma sensação de perda de afeto. Procure, inclusive, dar um reforço positivo, presenteando-o com pequenos mimos, tais como um novo brinquedo, uma ração diferente, de forma que ele se sinta privilegiado.
Para o novato, reserve o seu afeto para quando ele não estiver na presença do outro!

Nunca é demais lembrar que a introdução de um novo animal em casa deverá ser precedida de uma consulta ao veterinário para uma avaliação de saúde do novo gato: não deixe de realizar exames laboratoriais capazes de detectar as grandes doenças infecciosas felinas, tais como Leucemia Felina e Peritonite Infecciosa Felina (PIF), para então vaciná-lo e, finalmente, dar a ele a oportunidade de também ter um lar.

COMO FAZER A APROXIMAÇÃO?
Ao se introduzir um animal novo na casa devemos deixá-lo alguns dias sem contato com os outros animais do ambiente. Desta forma ele irá adquirir o cheiro do ambiente, para que quando forem apresentados, o impacto seja menor.
A apresentação deve ser feita aos poucos, apenas alguns minutos por dia, por uns três dias.
Fique sempre perto e observe o comportamento dos animais, intervindo quando necessário.
Nos primeiros dias após a apresentação, evite deixar os animais sozinhos, sem supervisão.
Bufar e rosnar são comuns num primeiro momento, mas logo depois se estabelece uma hierarquia e as coisas ficam bem.
O comportamento do seu gato tenderá a melhorar quando ele for castrado.

COMO EDUCAR UM GATINHO?
Observando uma ninhada de gatinhos brincando nota-se que essas brincadeiras são basicamente lutas e disputas... São nessas brincadeiras de dominação e submissão que eles vão mostrando a sua personalidade...Quando as brincadeiras são com a mãe, as mordidas mais fortes são punidas com mordiscadas. Assim ela começa a por limites nos “ataques” dos bebês.
Quando os filhotes chegam aos novos proprietários, cabe a eles colocar os limites.
Se um animal cresce brincando de morder e arranhar, quando adulto ele continuará a brincar do mesmo modo, podendo provocar acidentes.
Quando o gatinho morde com força devemos usar pequenas punições:
- * dar um apertãozinho na língua (quando ele estiver mordendo) provocando um desconforto;
- * tocar a ponta do seu nariz - que é muito sensível - sempre acompanhados de um tom de voz severo;
- dizer NÃO em tom de censura e terminar imediatamente a brincadeira. Só volte a brincar minutos depois. Esse processo deve ser repetido todas as vezes que houver um “excesso”.

Diferentes estilos do gato Persa



Por Fabio Rinaldi

Sem dúvida nenhuma um gato Persa é a coisa mais linda deste mundo, mas entre eles existem 03 padrões de categoria. São eles: Show, Breeder e Pet.

Show: Trata-se do gato que possui todas as características do padrão estabelecido acima; gatos aptos a participarem e estarem colocados entre os melhores exemplares da raça, nas Exposições Internacionais de Julgamento.

Breeder: Gatos que possuem excelente linhagem; ou seja, filhos de grandes campeões, ou que nasceram na mesma ninhada dos gatinhos Shows, mas que não são exatamente como exige o padrão ideal: possuem o narizinho um pouco mais para baixo, ou orelhas um pouco maiores, por exemplo; mas que tem um excelente pedigree, atestando a pureza da raça e qualidade de sua linhagem, e que possuem carga genética boa o suficiente para gerar filhotes Show, mesmo que ele próprio não seja considerado um exemplar desse padrão.

Pet: Gatos persas com pedigree, que, embora filhos de pais persas muitas vezes pais padrão show ou breeder, mas que não possuem o padrão ideal e que, provavelmente (em genética, há sempre de possibilidades, isso não pode ser afirmado), não gerarão filhotes com padrão Show, ou extremados. Trata-se dos persas com nariz mais alongado, orelhas maiores, corpo mais delgado, embora possam apresentar a linda pelagem.

Gata de oito anos recebe prótese de joelho após acidente



Por Fabio Rinaldi

Animal foi encontrado com a perna quebrada e joelho deslocado.
É a primeira vez que um gato recebe o equipamento.
Depois de dois dias de busca, a inglesa Louise Morris encontrou sua gata Missy, de oito anos, deitada em um arbusto. Ela estava com uma perna quebrada em oito partes e o joelho da outra perna deslocado. Apesar do estado da gata, Louise não desistiu, e conseguiu veterinários dispostos a fazer a primeira prótese de joelhos para um gato.
A prótese foi feita em aço inoxidável e pesa cerca de 150 gramas. Ela foi desenhada especialmente para Missy, de acordo com o tamanho de seus ossos e mantendo a flexibilidade dos movimentos.
Missy, de oito anos, teve que ser tosada para receber a prótese. Depois de quatro meses de tratamento, a gata pôde voltar para casa com o joelho 'novo'.

Gato salva mulher grávida de gêmeos de incêndio nos EUA



Por Fabio Rinaldi

Casal estava dormindo no sofá da sala quando o fogo começou.
Incêndio provocou danos de US$ 68 mil (cerca de R$ 120 mil) na casa.

Um gato de 13 anos de idade salvou uma mulher grávida de gêmeos e seu namorado de um incêndio na última segunda-feira em Wonder Lake, no estado de Illinois (EUA), segundo reportagem da emissora de TV "NBC Chicago".



Josh Ornberg e Letitia Kovalovsky estavam dormindo no sofá da sala quando o fogo começou. Ao ver as chamas, o felino saltou sobre o casal e o acordou. Naquele momento, o fogo já havia se espalhado pela casa.



Josh e Letitia ligaram para serviço de emergência e fogo foi controlado pelos bombeiros em menos de 30 minutos. De acordo com a "NBC Chicago", o incêndio provocou danos de US$ 68 mil (cerca de R$ 120 mil) na casa.

Após acordar os donos, o gato chamado "Baby" havia sumido. No entanto ele foi encontrado na última terça-feira.

Americana mantém gato selvagem africano como animal de estimação



Por Fabio Rinaldi

A norte-americana Patty Perry mantém um serval, gato selvagem africano, como animal de estimação em sua casa em Moorpark, no estado da Califórnia (EUA). O felino chamado ‘Sabi’, de dois anos de idade, tem cerca de 60 centímetros de altura e pesa 12,7 quilos.

Gatos 'gigantes' são atração em feira no Tatuapé



Por Fabio Rinaldi

Gatos da raça Maine Coon, que são chamados pelos criadores de "gigantes gentis", estão expostos neste fim de semana em um evento no bairro do Tatuapé na região leste da capital paulista. Os animais de origem americana podem chegar ao triplo do tamanho dos gatos comuns, alcançando mais de um metro e o peso pode superar 10 kg. Apesar do tamanho a raça é bem dócil. O evento começou 11 horas do sábado e às 15 horas 2 mil pessoas já haviam visitado os felinos.

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